Apae Araraquara: Se todos fossem iguais a você...


Apae Araraquara: Se todos fossem iguais a você...

ARTIGO

Por Sônia Maria Marques

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Quando Tom Jobin escreveu em 1981, a canção - ‘Se todos fossem iguais a você’, parece que ele estava desenhando o mundo de bondade construído pela nossa Apae: “Vai tua vida, teu caminho é de paz e amor; a tua vida, é uma linda canção de amor. Abre os teus braços e canta, a última esperança, a esperança divina, de amar em paz”.

Pois é, ao longo do tempo, a Apae não mostrou apenas a grandiosidade da sua gente, mas o espírito fraterno da comunidade que comunga os propósitos de auxílio ao próximo.

É bom saber que sua história começa em junho de 1963, no Salão Nobre da Faculdade de Filosofia, com reunião para debater e levantar a situação da criança excepcional em nossa cidade. Coordenado pela professora Jay de Arruda Piza, orientadora pedagógica da Secretaria de Educação de São Paulo, o encontro contou também com a presença do professor Dante Moreira Leite, regente da cadeira de Psicologia da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Araraquara, que sugeriu a formação de uma comissão para coordenar a fundação da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Araraquara.

A primeira formação foi com os seguintes cidadãos: Dr. Salvador Gonzaga Morbach, Dr. Rui Soares, professor Almiro Pires Valente, professor Dante Moreira Leite, Lauro Costa, Jofre David, Aparecida Silveira, Maria Correia Cerqueira, Abigail Callera, Maria do Carmo Silva, Ana Maria Ópice de Matos, Irmã Serafina e Guilfo Pescuma.

Estas pessoas merecem nosso aplauso pela iniciativa, porém há que se reconhecer a luta dos que vieram depois para que a nossa Apae se tornasse modelo para o País. Parabéns aos que conseguem se dedicar com desprendimento à filantropia.